Artigos

Noite SP-MS no CN-2010

Os vídeos da Noite São Paulo Mato Grosso do Sul no Congresso Nacional de 2010!! Divirta-se

Dia da Missão da Shalon

No dia 14 de Agosto de 2010 aconteceu na igreja Shalon, que o atual vice-presidente Paulo Castro frequenta. E a ABU Campinas fez uma participação juntamente com outras organizações como a JOCUM e a Impacto! Além da apresentação da ABU, o Daniel Franzolin e a Bárbara Bach ofereceram oficinas, sobre Missão Integral e Evangelismo respectivamente! Abaixo as fotos:

Dica de leitura: “Eu, Um missionário? - Quando o jovem cristão leva a sério o seu chamado”

O livro “Eu, Um missionário? - Quando o jovem cristão leva a sério o seu chamado”, foi escrito pela missionária Antonia Leonora Van Der Meer, mais conhecida com Tonica, ela possuí um currículo de serviço, sendo doutora em missiologia pela Ásia Gratuade School of Theology da Filipinas, foi missionária também pela Aliança Bíblica Universitária, quanto era universitária e também da IFES movimento estudantil de Evangelismo Mundial, na Angola. Hoje ela é atualmente diretora da Escola de Missões do Centro Evangélico de Missões em Viçosa – MG.

Sugestão de leitura- A fábrica de missionários

Afinal, como nascem os missionários? De onde vêm? Para onde vão? O que fazem? E por que fazem o que fazem? Se a fábrica de brinquedos do Papai Noel fica no pólo norte, a fábrica de missões fica em Jerusalém. Se do pólo norte vem Papai Noel, de Jerusalém vem os missionários.

Fábrica de Missionários- nem leigos, nem santos. –Rubem Amorese

Livros do Curso de Férias 2009

Segue como sugestão de leitura os livros obrigatórios para ir ao Curso de Férias da ABU por quem iria pela primeira vez...Estes livros são todos da ABU Editora e podem ser encomendados comigo por quem tiver interesse!
Boa leitura e abraços!

Yasmin

Jesus de Pés Sujos - Don Everts

Por: Paulo Castro

Ler o livro “Jesus de pés Sujos” é enxergar Jesus e o Cristianismo em uma ótica primeiramente bíblica, mas profundamente simples e sincera, retirando a liturgia que nós estamos acostumados, as fórmulas e os métodos. É ver a palavra de nosso Salvador com uma ótica nua, sem discursos inflamados de retórica e técnicas de psicologia.

É como tirar as escamas de estereótipos do que é ser cristão, de quem é o nosso Deus, mostrando que ser discípulo não é um julgo de moralistas ortodoxos, e sim uma atitude de fé e sabedoria, ao ler sua reflexão a respeito da vida de Jesus e do que é ser Igreja.

O autor Don Everts através da serenidade de seus versos, detalha as passagens conhecidas do evangelho e mostra de forma clara a diferença entre a religião e Jesus, assim desmascarando também toda a ideologia que os homens fazem com as palavras de Cristo. Destaca-se também sua introdução, que é muito interessante por ser evangelística, talvez pelo fato de instigar a leitura e apresentar perguntas relevantes que nos fazemos frequentemente ou então já ouvimos outros perguntarem a respeito do que cremos.

A exploração dos temas e os títulos foram bem criativos e intuitivos, até o nome do próprio livro, “Jesus de pés sujos”, pois leva o leitor a refletir e entender os passos de Jesus na Terra, seu sacrifício e a continuidade da obra pelos cristãos, sendo uma espada de dois gumes, para os cristãos e para os que não professam e mesma fé, isto é por descobrir a simplicidade das palavras de Cristo e seu amor pela Humanidade, e mudar a visão daqueles que ligam Jesus com as instituições eclesiásticas, muitas vezes cheias de visíveis falhas.

Enfim é uma ótima leitura. O livro é separado sabiamente em tópicos e, por ser escrito em “linhas de sentido”, sua leitura faz a vista fixar no texto evitando a distração. A mensagem é puramente a centralidade do evangelho de Cristo e os “alienígenas chamados de cristãos”, fazendo com que entendamos as palavras de Jesus e a forma simples de como segui-lo, sem paradigmas, e bem expresso nas frases do autor.

paulosilascastro@hotmail.com

Crer é também Pensar – John Stott

Por: Bárbara Bianca Bach

O autor decorre com grande propriedade neste pequeno livro sobre o porquê de usarmos nossa racionalidade e mente para tudo na nossa vida cristã.

Primeiramente identificando os grupos chamados “anti-intelectualistas”, o autor faz uma crítica ponderada, no entanto, com firmeza dizendo que estes grupos se utilizam de “válvulas de escape para fugir à responsabilidade, dada por Deus, do uso cristão de nossas mentes”.

Em seguida, decorre sobre o porquê usar as nossas mentes, inicialmente, sobre um enfoque histórico-secular, passando em seguida para enfoques bíblicos para esclarecer a importância de o cristão usar a sua mente tendo em vista que fomos criados para isso, nos diferenciando dos demais seres vivos; sendo que Deus fala conosco por meio da utilização da nossa mente (sua palavra e visualização de tudo o que Ele fez); renovando-nos em Cristo e nos dando uma nova mente, uma mente como a Dele; sendo que desta forma, seremos julgados de acordo com o conhecimento que adquirimos ou que nos recusamos a adquirir.

Em seguida, no capítulo 3 decorre sobre seis esferas da vida cristã, sobre as quais, sem o devido uso da mente, não podemos colocá-las em prática segundo a vontade de Deus: Culto (devemos conhecer e saber quem estamos adorando), fé (não é credulidade, nem otimismo), santidade (o conhecimento bíblico da vontade de Deus é o segredo básico de uma vida reta), direcionamento das nossas vidas (a vontade de Deus particular é revelada a nós por meio das nossas mentes), evangelização (para alcançar alguém por inteiro para Deus, é necessário o Espírito Santo mais os argumentos necessários para persuadir a pessoa) e ministério (sobretudo para os pastores e presbíteros, para que conduzam o rebanho é necessário conhecerem a Palavra, estudarem e se prepararem muito).

O que mais cativou na opinião do autor é o fato de reconhecer que o racionalismo é importante e fundamental na vida cristã, no entanto, com o chamado “zelo” a que se refere logo na página inicial, terminado o livro repetindo, que o extremo, tanto de um lado como de outro, é reprovável. Não podemos deixar de lado aquilo que Deus nos deu como diferencial de toda e qualquer criação Dele que é o fato de pensar, de ter uma mente que não age por simples instinto; uma cabeça pensante, e isso não deve ser lançado fora quando nos referimos a nossa vida cristã, muito pelo contrário, nesse aspecto devemos de utilizar ainda mais a nossa racionalidade, pois Deus se agrada quando oferecemos algo racional, sabendo o que estamos fazendo, “Porque dele e por ele, e para ele, são todas as coisas; glória, pois, a ele eternamente. Amém.” (Rm 11:36)

bagaucha@yahoo.com.br

Evangelização: um estilo de vida - Dionísio Pape

Por: Yasmin Pinheiro Borba

Evangelização: um estilo de vida não é um livro com métodos evangelísticos, é um livro com histórias da vida do missionário Dionísio Pape, em que ele narra encontros com pessoas que através da sua vida ou de outras formas tiveram um contato com Cristo e nasceram de novo.

Estas histórias desmistificam o que é a evangelização, pois nelas percebe-se que a disposição para conversa foi o “método” para levar alguém a conhecer a graça salvadora de Cristo. Os capítulos 10 e 12 trazem histórias que nos levam a pensar acerca da urgência de proclamarmos as boas novas!

Estas histórias foram muito estimuladoras e desafiadoras, e fazem olhar o "Ide" de forma diferente e desvinculada com vários estereótipos que temos de evangelização e missionário. De fato, a evangelização é um estilo de vida.

yasminpibo@gmail.com

Sugestão de leitura

Oração: Ela faz alguma diferença?

Philip Yancey é um escritor contemporâneo importante e reconhecido por tratar de assuntos ligados à fé cristã de forma muito sincera, inteligente e perspicaz. Ele utiliza citações bíblicas e de outros autores cristãos com grande sabedoria, enriquecendo muito seus textos. Além disso, disseca os assuntos por várias perspectivas sem, no entanto, utilizar um tom autoritário.

E isto ele faz muito bem em seu livro “Oração: Ela faz alguma diferença?”

A bíblia com certeza é nosso melhor guia para aprendermos a orar, e a intenção do livro não é substituir este papel fundamental que a bíblia tem. Porém, ele é de grande valia para nos ajudar a entender vários aspectos da oração, e até ampliar nossa visão acerca desta prática tão importante na caminhada cristã. Afinal, quem nunca teve dúvidas quanto a diferença que uma oração faz?

“Escrevo sobre oração como um peregrino, não como especialista. Tenho as mesmas indagações que quase todos têm em algum momento: “Deus está me ouvindo? Por que Deus se interessaria por mim? Se Deus sabe de tudo, que sentido faz orar? Por que as respostas à oração parecem tão inconstantes e até caprichosas? Uma pessoa com muitos amigos orando por ela tem mais probabilidades de sarar de uma doença que alguém que tem câncer e conta apenas com as orações de umas poucas pessoas? Por que Deus as vezes parece tão próximo e outras vezes tão distante? A oração faz Deus mudar de idéia ou muda a mim mesmo?” .”

Ao longo do livro o autor trata com genialidade destas e de muitas outras questões, trazendo na verdade mais pontos para reflexão do que respostas prontas e fechadas. Vale a pena ler!

Título: Oração: Ela faz alguma diferença?
Autor: Philip Yancey
Editora: Vida
ISBN: 978-85-7367-822-2
Páginas: 424

Conteúdo sindicalizado